Me derramo quando escrevo.Eu choro desespero.Quanto vale um homem para me amar?!Não me jogue seu amor que dele não preciso.Estou vivendo me escondendo,de palavras vazias e pessoas sem sentido.Jamais me compare.Ninguém terá minha face,ninguém será toda ao amar.Ninguém será o próprio amor selvagem,como quando estou contigo.Eu arranho o indesejável.Eu sossego qualquer bagunça que o mundo faz com teus cabelos.Sabe agora tenho vontade de gritar,e chorar bem ardido,bem dolorosamente.Pra passar tudo de uma vez,pra até mesmo me matar logo,bem rápido.Não dá mais,ninguém é louco o bastante pra interpretar minhas palavras,e nem inocente o bastante pra deixar elas fluírem no peito esquerdo.Só lhes peço uma coisa,quando me odiarem,odeiem até o fim,e se por acaso me amarem,derramem sobre mim a audácia das chamas do sol,e arrebentem meus olhos,de clareza ,de pureza,sincera.Me amem até a ultima gota do mar,me amem,até o infinito se multiplicar com as lágrimas de DEUS.
Fátima.l
